O desaparecimento de pessoas e os moradores de rua

1
Artigo feito por Marcus Roberto Claudino, Major Coordenador do programa SOS Desaparecidos, da PMSC.

Antes de iniciar minhas argumentações frente ao problema dos moradores de rua, gostaria de esclarecer que as frases que se seguem representam minha opinião de vivência nesses 26 anos de policial militar e não representam a opinião da instituição que represento. Continue lendo

1

Moradores de rua revelam que são enviados para Uberlândia por outras cidades

1
Moradores de rua confirmam que a assistência social de outras cidades enviam essas pessoas em situação de risco para Uberlândia. Há nove anos nas ruas da cidade, Eurípedes Donizete Geandro de Lima, 43, morou em Barretos (SP) por 32 anos, sempre como morador de rua, e trabalhava em lavouras da cidade paulista. Ele afirmou que veio para Uberlândia porque a Prefeitura de Barretos ofereceu passagem, com promessa de emprego fácil no interior de Minas Gerais. Continue lendo
1

Como criar um grupo voluntário?

1
Antes de tudo, procure saber se há grupos voluntários atuando em sua cidade, em quais dias e turnos para não haver duplicidade. Existem locais em que há mais de 3 grupos num mesmo dia e turno, que, ao invés de ajudar, estará estragando alimentos doados. Exemplo: ninguém janta mais de 3 vezes num mesmo dia.

Continue lendo

1

Documentário Nossos Mortos

1
Com mais de 14.478 pessoas em situaçãode rua, a cidade de São Paulo lidera o ranking das capitais brasileiras nesse fator. Em 2012, David Vega iniciou um trabalho voluntário nas ruas da capital paulista, Continue lendo
1

Moradores de rua em Goiânia

1
É preciso ser livre para viver

A política de tratamento aos usuários de álcool e drogas em Goiânia tem mostrado que para haver mudança é necessário libertar e amar.

Ele gosta de música, toca violão, faz repentes e letras de rap. Mas quanto à preferência, não hesita: “gosto mais é de poesia.” Trazido de sua terra natal há mais de dez anos, ele diz que prefere mesmo é Goiânia e nem pensa em voltar para o Rio de Janeiro. Renato* trabalha como ambulante nos ônibus. Se ocupa com as vendas durante todo o dia, mas quando chega a noite um vício o atormenta. Seu nome: crack. Continue lendo

1